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Por Amor ou Lucro

Ao começar uma nova iniciativa, os empreendedores sociais enfrentam o desafio de ter que optar por uma estrutura organizacional que melhor atenda a suas necessidades. Jim Furchterman, em “For Love or Lucre” do “Standford Social Innovation Review – Spring 2011”, diz que é necessário considerar a estrutura legal da organização como uma ferramenta para alcanzar os objetivos. E, por isso, ele desenvolve um guia para quem enfrenta este desafio.

Artigo traduzido por Elenice Tamashiro.

Ao começar uma nova iniciativa, os empreendedores sociais enfrentam o desafio de ter que optar por uma estrutura organizacional que melhor atenda a suas necessidades. Jim Furchterman, em “For Love or Lucre” do “Standford Social Innovation Review – Spring 2011”, diz que é necessário considerar a estrutura legal da organização como uma ferramenta para alcanzar os objetivos. E, por isso, ele desenvolve um guia para quem enfrenta este desafio.

Em primeiro lugar, se sugere a análise de quarto questões que vão inspirar na decisão final:

  • Motivação: Quão fundamental é a missão social? Quais são seus objetivos financeiros pessoais para esta iniciativa? Como você define sucesso?
  • Mercado: Quem são seus clients? Quem é o competidor e o que é a competição? O que faz da sua proposta diferente e valiosa? Qual é o tamanho do Mercado e a rentabilidade que serve este?
  • Capital: Qual o recurso financeiro que você precisa para começar sua iniciativa? Quanto é necessário para manter sua iniciativa em crescimento? Você possui reserva de recursos? A estrutura formada afeta de forma significativa a sua iniciativa?
  • Controle: Quão relevante é a confidencialidade para você sua empresa? A iniciativa é auto-sustentável? Você tem que dividir o controle da sua iniciativa com seus investidores? É necessário ou você gostaria de tornar o controle de interesse público?

Uma vez respondidas estas questões, faz-se necessário aprofundá-las em diferentes opções legais a fim de selecionar o que está mais de acordo com os objetivos.

O autor conclui que mudanças estão ocorrendo e que os modelos mais tradicionais na qual as empresas eram contrárias às organizações sociais, estão começando a ser substituídos por estruturas mais conjuntas.

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